Quarta-feira, 3 de Janeiro de 2007

Se a trompeta do juizo final

 

Foi quando vagueamos nesta ultima paragem que, numaserena noite de luar, em que as vagas pareciam de prata e suspiravam docemente, desfazendo-se num silêncio doce que não deixava de abadono. A luz da lua presenteava-nos com um aspecto divino, como um deus saido do mar, emplumado e resplandecente.
 
Foi primeiro descoberto por Fedallah, pois em noites de luar gostava de subir ao mastro grande e ficar de vigia, como se fosse de dia.
Podes agora imaginar a emoção com que os marinheiros contemplavam aquele oriental empoleirado no alto dos mastros a horas tão insólitas. O seu turbante e a lua, companheiros num mesmo céu. Mas quando, depois de ele ter passado ali varias noites seguidas sem proferir uma única palavra, se ouviu, por trás de toda aquela quietude sua voz sobrenatural, todos os marinheiros que se encontravam deitados se puseram de pé num salto, como se algum espírito alado tivesse chamado a tripulação humana
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PensarCusta às 19:05
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