Quinta-feira, 7 de Dezembro de 2006

R.P.F. II

Por exemplo, o tamanho do universo é impressionante, sendo nós uma partícula minúscula que gira em torno do Sol, entre centenas de milhares de milhares de sóis numa galáxia, ela própria uma entre milhares de milhões de galáxias. Novamente surge a relação. O homem é uma personagem tardia num vasto drama em desenvolvimento; poderá o resto ser apenas um andaime para a sua criação?

E novamente surge os átomos, de que tudo parece ser feito, seguindo leis imutáveis. Nada pode escapar-lhes, as estrelas são feitas do mesmo material, os animais são feitos do mesmo material, mas numa tal complexidade que misteriosamente parecem vivos.

É uma grande aventura contemplar o universo para além do homem, pensar no que significa sem o homem _ tal como foi durante a maior parte da sua longa historia e tal como é na grande maioria dos lugares. Quando esta visão objectiva é finalmente alcançada, e o mistério e a majestade da matéria são apreciados, voltar a focar o olho no homem visto como matéria e ver a vida como parte de um mistério universal de maior profundidade é experimentar algo que raramente é descrito.

Geralmente acaba em gargalhada, prazer na futilidade de tentar compreender. Estas visões resultam em fascínio e mistério, perdidos na fronteira da incerteza, mas parecem ser tão profundas e impressionantes que a teoria de que tudo está simplesmente arranjado como um palco para Deus ver o homem lutar pelo bem e pelo mal parece inadequada.

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