Quinta-feira, 25 de Janeiro de 2007

Que deixaste tudo até vos deixar a vós mesmos

 


 

 

_ esperai: aqui não morre ninguém sem mim. Que quereis fazer? Que cerimonias são estas? Que deus é este que está nesse altar? Queirais-me tirar dos meus braços, que me importa a mim com o outro? Que morresse ou não, que esteja com os vivos ou com os mortos, que se fique na cova ou venha agora para me matar.
 
Tinha-mo dito aquele anjo que descia com uma espada de chamas na mão, e a atravessava entre mim e ti, que me arrancava dos teus braços quando eu adormecia neles.. que me fazia chorar quando ia beijar-te no teu colo.
Tu não hás-de morrer nunca sem mim.
Quero esconder-me aqui, antes que venha esse homem do outro mundo dizer-me na minha cara e ma tua_ aqui diante de toda a gente: « Essa filha, é filha do pecado »
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PensarCusta às 23:15
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